Terça-feira, Abril 12, 2005
Cantar faz bem à saúde?!
Segundo um estudo realizado na Alemanha um grupo de cientistas da Universidade de Frankfurt, realizaram um estudo a um grupo de coristas amadores da referida cidade e publicado no “Journal Behavioral Medicine”, os quais chegaram à conclusão de que cantar faz bem à saúde, uma vez que fortalece o sistema imunitário.
O estudo baseia-se no seguinte:
- Os médicos analisaram os valores de sangue dos coristas, (60 minutos antes e após), do ensaio a cantar a ópera "Réquiem" de Mozart, e constataram que durante a interpretação, a concentração de imunoglobina A (hormona do sistema imunitário) e de cortisol (hormona contra o stress) aumentavam;- após uma semana de testes, os membros do coro ouviram a gravação de Mozart, sem cantarem e os valores de sangue já estavam normalizados. O melhor é começarmos a cantar!!!!
Pé de atleta, uma infecção que chega com o verão.
- Lave os pés diariamente
- Seque-os cuidadosamente, em especial entre os dedos
- Evite sapatos muito fechados ou quentes, especialmente durante o Verão. As sandálias são uma boa solução de calçado para o tempo quente
- Use meias de algodão e mude-as diariamente. Não use meias de materiais sintéticos porque contribuem para manter os pés húmidos
Se possível, ande descalço em casa
- Durante o Verão, polvilhe os sapatos com pós antifúngicos.
Fonte:http://saude.sapo.pt/gH1/116784.html
Especialização dos Enfermeiros
Numa primeira perspectiva parece um problema de menor importância, não obstante, trata-se de preparar os enfermeiros para um exercício mais profundo de certas áreas da Enfermagem.
Tal como está a ser encarado e tratado o problema da especialização, parece um capricho dos enfermeiros, como tal que paguem e bem os seus caprichos.
Desde longa data que se defende uma especialização para os enfermeiros em serviços. O interesse da especialização não é tanto dos enfermeiros como das várias instituições, como acontece com outros profissionais. Então passa-se a questionar, por que estranho desígnio os enfermeiros hão-de ser considerados milionários para pagar chorudas propinas na sua especialização?
Quem precisa de parteiras são os hospitais públicos, logo não faz sentido que sejam os enfermeiros a pagar, no ensino público, metade do seu vencimento mensal, do qual nunca mais será indemnizado. Pelo exposto concordo com a ideia exposto pelo sindicato dos enfermeiros, pois é na que mais se adapta uma equidade a que os enfermeiros têm direito, pois não são menos que os outros para serem considerados tão depreciativamente pelas escolas de Enfermagem e pela Ordem os Enfermeiros.
Antibióticos podem prevenir Enfartes
- os utentes aos quais se tinham administrado antibióticos, no ano anterior, tiveram menos 20% de probabilidades de terem um enfarte em comparação com os utentes que não foi administrado;
Sinta o prazer de uma vida sem tabaco
Se é fumador, a melhor opção que pode fazer pela sua Saúde é deixar de fumar.
Nunca é tarde para deixar de fumar . Conheça os ganhos reais para a sua Saúde.
- Pense no que pode poupar por cada mês
- Vai ter mais dinheiro para gastar, por exemplo, na mensalidade de um ginásio.
- Os seus cabelos, a pele, as mãos e, principalmente, o seu hálito vão ficar mais frescos e saudáveis. A sua roupa também tem muito a ganhar: vê-se livre dos odores provocados pelo tabaco.
- Sinta uma melhoria gradual do tom e aspecto da pele e retarde o aparecimento de rugas na face.
Maior Sensação de Energia
- Decorridas apenas 8 horas, após deixar de fumar, os níveis de monóxido de
carbono no seu organismo baixam e os níveis de oxigénio no sangue aumentam.
- Após 72 horas, a sua capacidade pulmonar aumenta e a respiração torna-se mais fácil. A tosse matutina vai diminuindo, sentindo-se com mais energia para realizar as actividades de que mais gosta.
Coração mais Saudável
Em apenas 20 minutos, a sua tensão arterial e o pulso começam a normalizar.
O risco de enfarte do miocárdio começa a diminuir, sentindo uma melhoria gradual da resistência física. Decorrido um ano, o risco de enfarte reduz-se para metade do verificado nos fumadores.
Beneficios para toda a vida
Parar de fumar diminuio risco de morte prematura. As pessoas que deixam de fumar vivem em média mais 10 anos, quando comparadas com aquelas que continuam a fumar.
- Um ex-fumador reduz para metade o risco de sofrer uma doença cardiovascular, em comparação com o verificado nas pessoas que continuaram a fumar. Após 5 a 15 anos, o risco de Acidente Vascular Cerebral (AVC) iguala o dos não-fumadores.
- O risco de cancro e de doenças respiratórias começa também a diminuir a partir do momento em que se para de fumar:
- Após 5 anos de abstinência do tabaco, o risco de cancro da boca e do esófago diminui para metade, continuando a diminuir a partir daí.
- Após 10 anos, o risco de cancro do pulmão diminui para metade do verificado em fumadores. O risco de cancro em outras localizações regista também uma diminuição.
Benefícios para os que o rodeiam
O tabagismo é um factor de risco não só para o próprio fumador, mas também para todos os que vivem em ambientes poluídos pelo fumo do tabaco (fumadores passivos).
- Pessoas não fumadoras que se encontram expostas de forma contínua ao fumo do tabaco ( p. ex: domicílios, locais de trabalho, bares, discotecas,...) apresentam um risco acrescido de contrair cancro do pulmão, doenças cardiovasculares e doenças respiratórias.
- As crianças filhas de pais fumadores, estão mais sujeitas a problemas respiratórios e do ouvido médio e ao agravamento das crises de asma.
Alguns Aspectos Importantes Importantes
- O fumo do tabaco contém mais de 4000 substâncias químicas com efeitos tóxicos e irritantes, incluindo, entre outras, a nicotina, o alcatrão, o monóxido de carbono, a acetona e a amónia.
- No fumo de tabaco foram identificadas mais de 50 substâncias com efeitos cancerígenos. Entre estas, constam o benzeno, o benzopireno, o arsénico, o cádmio, o níquel, o chumbo e o metano.
- Fumar reduz a sua esperança de vida em cerca de 10 anos.
Faça algo pela Saúde, deixe de fumar…
Segunda-feira, Abril 11, 2005
Especialização em Enfermagem de Saúde Mental e Psiquiatria
Escola Superior de Enfermagem S.João de Deus
morada: Largo do Senhor da Pobreza - 7000-811 Évora
telef: 266730300
fax: 266730350
email: esesjd@uevora.pt
webmaster: hrosado@uevora.pt
gabinete de Informática: giesesjd@uevora.pt
Enfermeiros Sem Fronteiras
Concursos: SUB-REGIÃO DE SAÚDE DA GUARDA
O concurso é válido para estas vagas extinguindo-se com o seu preenchimento.
(Informação recolhida de Sindicatos dos Enfermeiros do Centro)
Quinta-feira, Abril 07, 2005
Eutanásia

Viver, um Direito ou uma Obrigação?
Domingo, Abril 03, 2005
Faltam enfermeiros nos serviços de Obstétricia
O presidente da Sociedade Portuguesa de Obstetrícia e Ginecologia (SPOG), Carlos Santos Jorge, fala numa situação «dramática». Faltam médicos e enfermeiros especializados e o maior problema é assegurar as urgências.
Várias unidades de todo o País contactadas pelo DN falam em graves carências de recursos humanos e dificuldades em assegurar a permanência de uma equipa 24 horas por dia. A situação só não é mais grave porque os profissionais acabam por fazer mais horas de urgência do que aquelas que lhes são exigidas por lei, adiantam os vários responsáveis pelas unidades hospitalares.
Santos Jorge denuncia uma situação ainda «mais grave»: «Uma grande parte do guarnecimento das urgências é feita por internos, ainda que mais diferenciados, e não por especialistas.» Por outro lado, explica ainda o presidente da SPOG, muitos médicos acabam a fazer urgências de 24 horas duas a três vezes por semana, «com uma óbvia diminuição da capacidade de atendimento e da qualidade do serviço prestado».
Para resolver esta realidade é «urgente a abertura de vagas para novos internos, de acordo com a planificação dos serviços». Infelizmente, assinala Santos Jorge, o rácio que o Ministério da Saúde (MS) tem feito «não tem a ver com o que os hospitais entendem ser necessário ou com a sua capacidade de formar». Por isso, «o MS tem que se assumir como responsável», diz.
A curto prazo só há um caminho: «Concentrar os serviços de obstetrícia», defende o mesmo médico. Isto significa fechar unidades em hospitais, mas tem faltado «coragem, porque acarreta um risco político muito grande». Há demasiada «dispersão de recursos», uma concentração planeada poderia evitar situações actuais onde, num raio de 50 quilómetros, «existem quatro ou cinco serviços de obstetrícia».
ENFERMEIROS. Se há problemas em encontrar médicos, no campo da enfermagem a situação está também a agudizar-se. Há já alguns anos que as escolas não abrem cursos de especialização para obstetrícia e ginecologia. Primeiro, foi por questões de legislação, mas agora é por não haver autorização ministerial.
«Estamos preocupadíssimos com a situação», afirma Mariana Diniz, a bastonária da Ordem dos Enfermeiros, sentimento que manifestaram já ao ministro da Ciência e do Ensino Superior, Pedro Lynce.Desde Setembro que a OE tem pressionado o ministério, pois sente que «houve uma diminuição na qualidade dos cuidados».
Segundo refere Mariana Diniz, a assistência em salas de partos tem sido assegurada com recurso a profissionais generalistas, quando a norma deveria ser a prestação de cuidados especializados por enfermeiras-parteiras. Em Portugal, assinala a bastonária Mariana Diniz, «não temos enfermeiros especializados suficientes» e essa é uma realidade que «não podemos permitir».
Assim, e para dar cumprimento às directivas comunitárias, «é absolutamente necessário formar profissionais especializados, porque não estamos a defender os cuidados de saúde materna e infantil».
Terça-feira, Março 15, 2005
Enfermagem merece respeito
O Enfermeiro tem uma profissão que assenta essencialmente na colectividade e na saúde do ser humano, e deve ter sempre presente dignidade, humildade, competência e responsabilidade. Deve actuar na prevenção e recuperação da saúde tendo sempre assente a ética legal. As suas intervenções devem ir sempre de encontro a satisfazer as necessidade da saúde da população.
A Enfermagem requer assim respeito, conscialização por parte da população, visto serem considerados a quinta maior força de trabalho na saúde a nivel mundial. Esta conquista foi graças ao esforço de profissionais competentes, sacrificios, horas de sono perdidas, cursos de actualização, especialização, mestrado, doutoramento entre outras.
Podemos então afirmar que a Enfermagem conquistou um trajecto glorioso e reconhecimento mundial. Embora muita gente desprovida de conhecimento não lhe atribua o devido valor pois pensam tratar-se apenas de uma valorização pessoal e não tem noçaõ que é uma actividade voltada para o cuidar.
A violência contra os Profissionais de Saúde no local de Trabalho
Quarta-feira, Março 09, 2005
Cada vez mais fármacos vendidos na Internet
"Na Internet são vendidos de forma rotineira narcóticos e substâncias psicotrópicas sem a necessária receita médica", lê-se. Estas vendas ilícitas incluem substâncias "com alto potêncial de uso abusivo", onde constam certos opiácios, estimulantes como as anfetaminas e benzodiazepinas (sedativos e indutores do sono). O organismo manifesta a sua preocupação pelo facto de na Internet não haver limitações de idade e os fármacos poderem ser comprados por crianças e adolescentes, o que já acontece nos Estados Unidos, refere-se. Por outro lado, coloca-se a questão de autenticidade e qualidade dos remédios vendidos por esta via, sendo muito mais caros do que os adquiridos em farmácias licenciadas. Neste sentido, a OICE criou em Abril de 2004, um grupo de peritos que vão estudar o problema para depois recomendarem formas de acção."
Os Jovens e os Métodos Contraceptivos
O Jornal de Noticias faz alusão a um estudo feito sobre "As práticas contraceptivas das mulheres portuguesas", realizado pela Sociedade Portuguesa de Ginecologia e pela Sociedade Portuguesa de Medicina de Reprodução, com o apoio de Janssen-Cilag. Este estudo foi realizado através de entrevista directa a 3858 mulheres entre os 15-49 anos, no período de Novembro de 2004 e Fevereiro de 2005.

Com este estudo foi possível chegar às seguintes conclusões:
- 11,2% das mulheres já utilizaram a pílula do dia seguinte;
- 32,9% das adolescentes já utilizaram a pílula do dia seguinte;
- 16% das jovens não usam qualquer tipo de protecção;
- grande maioria apresenta conhecimentos acerca dos métodos contraceptivos apesar de muitas vezes não aplicarem estes conhecimentos, visto que 70% das mulheres quando se esquece de tomar a pílula não avisa o médico.
Apesar de tudo as mulheres mantêm-se bem informadas:
- 90% identificou diferentes tipos de contraceptivos disponíveis (pílula, preservativo masculino, laqueação tubária)
- 50 a 60% referem outros métodos (adesivo transdérmico, implante subcutâneo e anel vaginal)
Como métodos mais utilizados temos a pílula (88,3%), o preservativo (66,5%) e ainda 22,9% afirmam que já utilizaram o coito interrompido, método este que não tem elevado grau de eficácia. 18,9% das adolescentes e 35,9% das mulheres (20-29 anos) desconfiaram de uma gravidez não desejada.
Ainda algumas observações do estudo, uma em cada seis adolescentes portuguesas assume ser sexualmente activa sem utilizar qualquer método contraceptivo, sendo nesta faixa etária que utilizam mais a pílula do dia seguinte. muitas jovens não conhecem as doenças sexualmente transmissíveis , apenas têm conhecimento da SIDA, que por si só ja é grave, mas não conhecem mais nenhuma.
É facto consumado que as mulheres iniciam a sua vida sexual cada vez mais precoce. A cada dia que passa torna-se mais importante apostar na prevenção e nos ensinos às adolescentes e mulheres acerca dos métodos contraceptivos, modo de os utilizar, as consequencias de os não utilizar e das doenças sexualmente transmissíveis.
O ideal seria os pais adoptarem uma postura de educadores do que toca a esta àrea, o que nem sempre acontece devido à sua falta de conhecimentos, devido à sua própria educação, e devido ao factor vergonha.
Portanto, devia ser obrigatório em todas as escolas existir acções de formação a nível da educação sexual. Os jovens devem ser sensibilizados para a transmissão sexual de doenças, devem ser incentivados para a consulta de planeamento familiar onde podem esclarecer todos as dúvidas e adequirir métodos contraceptivos.
Existe um basto leque de métodos contraceptivos que podem ser utilizados:
- Pílula
- Preservativo
- DIU
- Espermicidas
- Implante
- Diafragma
- Pílula do dia seguinte (contracepção de urgência)
- Laqueação das trompas
- Vasectomia
VAMOS APOSTAR NA INFORMAÇÃO E NA PREVENÇÃO.
Quarta-feira, Março 02, 2005
Notificados quase 26 mil casos de HIV
O relatório do Centro de Vigilância Epidemiológica da Doenças Transmissíveis, que compila as notificaçõe médicas da doença, revela que aenas 1056 dos casos registados em 2004 tinham sido diagnosticados durante esse ano.
Os restantes foram detectados anteriormente pelos médicos, mas só foram reportados ao centro no ano paaasdo - um problema reconhecido de subnotificação, que levam a que os dados disponíveis não espelhem necessariamente a realidade do país.
Os números divulgados na pgina da Comissão Nacional de Luta contra a Sida na Internet revelam qe a infecção continua a crescer entre heterossexuais, que representam mais de metade dos casos conhecidos, decendo proporcionalmente entre os toxicodependentes.
A infecção de pessoas com mais de 55 anos é outra das tendências que se registam desde 2000.
Foi a partir desse ano que os médicos começaram também a especificar a infecção de grávidas com o vírus da Sida. Nos últimos quatro anos, foram registadas 2788 infecções em grávidas, a esmagadora maioria (87.5%) das quais contagiadas por via sexual.
Em 2004, foram diagnosticadas no páis mais de 66 mulhres grávidas com o vírus da imunodeficiência humana. Quatro delas encontravam-se já em fase declarada da doença."
Consumo de antidepressivos aumentou 45% nos últimos cinco anos
Os antidepressivos estão a ser cada vez dispensados pelos médicos portugueses. De 2003 para 2004 a venda total de embalagens de medicamentos em farmácias subiu 2.5 por cento, mas no sub-grupo dos antidepressivos o crescimento ascendeu a 1 por cento (mais 627.467 caixas)- de cerca de cinco milhões passou-se para quase seis milhões. As regiões de Lisboa e Vale do Tejo e o Norte são recordistas.
Comparando 2000 com o ano passado, constacta-se que a tendência de subida é ainda mais acentuada: o consumo de antidepressivos cresceu cerca de 45%. Já dados anteriores, de 1995 e 2001, apontavam para incrementos enormes: uma duplicação (102.8%) no número de embalagens dispensadas, refere um estudo do Observatório do Medicamento e dos Produtos de Saúde, dispnivel em www.infarmed.pt.
Olhando para outra das classes terapêuticas dos chamados psicifarmacos- ansiolíticos (reduzem a ansiedade), sedativos (tranquilizantes) e hipnóticos (induzem o sono) - a tendência é a mesma. O conjunto destes fármacos, designam-se por benzodiazepinas, sofreu um aumento de 4% entre 2003 e 2004. De 2000 até ao ano passado a venda de embalagens subiu 27%: de perto de 17 milhões passou para mais de 21 milhões.
Um problema de saúde pública:
Carlos Lopes Pires, professo de Psicologia da saúde na Universidade de Coimbra, considera o cosumo de antidepressivos como um problema de saúde pública.
Os aumentos na sua comparticipação e a proliferação de genéricos levaram ao abaixamento de preços e contribuiram para a maior adesão, explica. Ao mesmo tempo, "vulgarizou-se a ideia de que não trazem problemas de saúde, que não provocam dependência", sustenta. E tanto médicos como doentes consideram-nos eficazes.
Há, no entanto, casos de "super-medicação". Não é raro ver uma pessoa a tomar dois antidepressivos e várias benzodiazepinas por tempo indeterminado." Na sua opinião, "há um laxismo, é facil ir prescrevendo" e a informação que os médicos recebem é a da própria indústria farmacêutica.
João Cabral Fernades, psiquiatra do Hospital Júlio de Matos, em Lisboa, afirma que a prescrição de antidepressivos "é um indicador alarmante do sofrimento mental das populações". são afectadas, diz, as pessoas mais frágeis e com falta de perspectivas de futuro, ainda mais vivendo-se uma situação de aumento do desemprego e com idosos sem apoios sociais.
O médico considera que a prescrição de antidepressivos é a via "mais fácil" para os médics, mas também para a "mais frágil", porque "resolve o problma a cuto prazo mas não o soluciona e pode criar dependência". As depressões necessitariam de acompanhamento psicoterapêutico, defende.
O vicepresidente do Infarmed e um dos autores de estudos sobre o consumo de antidepressivos e benzodiazepinas e Portugal, António Faria Vaz, afirma que o problema não se limita ao acto da prescrição, tem raízes sociais mais profundas que devem ser investigadas pelo Ministério da Saúde. Até porque, garante, muitas vezes a prescrição resulta da pressão de doentes, em situação de sofrimento, sobre o próprio médico.
Um estudo do Observatório do Medicamento e dos Produtos de Saúde afirma que as benzodiazepinas poderão ser a causa se dependência físca e psíquica, mas que "tal não se materializou na prática clínica". O uso prolongado destes fármacos é mais comum em idosos do que em pessoas mais novas, refere a investigação."
Enfermeiro
Funções:
- Nos Hospitais e Centros de Saúde, encaminha os utentes, ocupa-se da utilização do material médico-hospitalar e da preparação e administração de medicamentos e refeições, coordena e supervisiona o trabalho de técnicos e auxiliares de enfermagem, regista todos os dados pertinentes no processo do doente.
- A nível dos cuidados pré e pós operatórios, controla os sinais vitais do utente, opera aparelhos médicos, interpreta exames e cuida da recuperação pós anestésica.
- Actua na área da prevenção e promoção da saúde.
Requisitos:
- Saber privilegiar a relação com o utente mas ter uma grande capacidade de abstracção e “sangue frio”;
- Ter consciência de que esta profissão exige dedicação total (o que inclui trabalhar por turnos), pelo que deve estar preparado para uma profissão de horários rotativos que dão origem a perturbações na vida familiar e social;
- Capacidade para se adaptar a novas técnicas que vão surgindo.
- Em suma: Saber, Saber ser, Saber estar, Saber fazer…E acima de tudo amar!
Onde exercer:
- Hospitais (Serviço de Medicina, Cirurgia, Obstetrícia, Ortopedia, Neurocirurgia, Ginecologia, Cuidados Intensivos, Bloco Operatório, Urgências, INEM, VEMER…);
- Centros de Saúde (Saúde escolar, creches, serviço domiciliário…);
- Misericórdias (Lares de Idosos…);
- Clínicas Privadas;
- Docência (público e particular).
Mercado de Trabalho:
Segundo o Sindicato dos Enfermeiros Portugueses, faltam em Portugal, oficialmente, cerca de 12 mil Enfermeiros.
No entanto a realidade é outra, as verbas são poucas para contratar estes 12 mil enfermeiros que faltam nos nossos hospitais, sobrecarregando assim os enfermeiros que lá trabalham pondo em causa a qualidade dos cuidados de saúde (o tempo torna-se um factor limitante passando a perspectiva holística do utente para segundo plano).