Quarta-feira, Março 09, 2005
Os Jovens e os Métodos Contraceptivos
Actualmente os jovens iniciam a sua vida sexual cada vez mais cedo, como tal é necessário actuar na área da informação aos jovens, acerca dos meios contraceptivos, do seu modo de utilização e dos riscos que correm caso não utilizem qualquer tipo de concraceptivo.
O Jornal de Noticias faz alusão a um estudo feito sobre "As práticas contraceptivas das mulheres portuguesas", realizado pela Sociedade Portuguesa de Ginecologia e pela Sociedade Portuguesa de Medicina de Reprodução, com o apoio de Janssen-Cilag. Este estudo foi realizado através de entrevista directa a 3858 mulheres entre os 15-49 anos, no período de Novembro de 2004 e Fevereiro de 2005.

Com este estudo foi possível chegar às seguintes conclusões:
- 11,2% das mulheres já utilizaram a pílula do dia seguinte;
- 32,9% das adolescentes já utilizaram a pílula do dia seguinte;
- 16% das jovens não usam qualquer tipo de protecção;
- grande maioria apresenta conhecimentos acerca dos métodos contraceptivos apesar de muitas vezes não aplicarem estes conhecimentos, visto que 70% das mulheres quando se esquece de tomar a pílula não avisa o médico.
Apesar de tudo as mulheres mantêm-se bem informadas:
- 90% identificou diferentes tipos de contraceptivos disponíveis (pílula, preservativo masculino, laqueação tubária)
- 50 a 60% referem outros métodos (adesivo transdérmico, implante subcutâneo e anel vaginal)
Como métodos mais utilizados temos a pílula (88,3%), o preservativo (66,5%) e ainda 22,9% afirmam que já utilizaram o coito interrompido, método este que não tem elevado grau de eficácia. 18,9% das adolescentes e 35,9% das mulheres (20-29 anos) desconfiaram de uma gravidez não desejada.
Ainda algumas observações do estudo, uma em cada seis adolescentes portuguesas assume ser sexualmente activa sem utilizar qualquer método contraceptivo, sendo nesta faixa etária que utilizam mais a pílula do dia seguinte. muitas jovens não conhecem as doenças sexualmente transmissíveis , apenas têm conhecimento da SIDA, que por si só ja é grave, mas não conhecem mais nenhuma.
É facto consumado que as mulheres iniciam a sua vida sexual cada vez mais precoce. A cada dia que passa torna-se mais importante apostar na prevenção e nos ensinos às adolescentes e mulheres acerca dos métodos contraceptivos, modo de os utilizar, as consequencias de os não utilizar e das doenças sexualmente transmissíveis.
O ideal seria os pais adoptarem uma postura de educadores do que toca a esta àrea, o que nem sempre acontece devido à sua falta de conhecimentos, devido à sua própria educação, e devido ao factor vergonha.
Portanto, devia ser obrigatório em todas as escolas existir acções de formação a nível da educação sexual. Os jovens devem ser sensibilizados para a transmissão sexual de doenças, devem ser incentivados para a consulta de planeamento familiar onde podem esclarecer todos as dúvidas e adequirir métodos contraceptivos.
Existe um basto leque de métodos contraceptivos que podem ser utilizados:
- Pílula
- Preservativo
- DIU
- Espermicidas
- Implante
- Diafragma
- Pílula do dia seguinte (contracepção de urgência)
- Laqueação das trompas
- Vasectomia
VAMOS APOSTAR NA INFORMAÇÃO E NA PREVENÇÃO.
O Jornal de Noticias faz alusão a um estudo feito sobre "As práticas contraceptivas das mulheres portuguesas", realizado pela Sociedade Portuguesa de Ginecologia e pela Sociedade Portuguesa de Medicina de Reprodução, com o apoio de Janssen-Cilag. Este estudo foi realizado através de entrevista directa a 3858 mulheres entre os 15-49 anos, no período de Novembro de 2004 e Fevereiro de 2005.

Com este estudo foi possível chegar às seguintes conclusões:
- 11,2% das mulheres já utilizaram a pílula do dia seguinte;
- 32,9% das adolescentes já utilizaram a pílula do dia seguinte;
- 16% das jovens não usam qualquer tipo de protecção;
- grande maioria apresenta conhecimentos acerca dos métodos contraceptivos apesar de muitas vezes não aplicarem estes conhecimentos, visto que 70% das mulheres quando se esquece de tomar a pílula não avisa o médico.
Apesar de tudo as mulheres mantêm-se bem informadas:
- 90% identificou diferentes tipos de contraceptivos disponíveis (pílula, preservativo masculino, laqueação tubária)
- 50 a 60% referem outros métodos (adesivo transdérmico, implante subcutâneo e anel vaginal)
Como métodos mais utilizados temos a pílula (88,3%), o preservativo (66,5%) e ainda 22,9% afirmam que já utilizaram o coito interrompido, método este que não tem elevado grau de eficácia. 18,9% das adolescentes e 35,9% das mulheres (20-29 anos) desconfiaram de uma gravidez não desejada.
Ainda algumas observações do estudo, uma em cada seis adolescentes portuguesas assume ser sexualmente activa sem utilizar qualquer método contraceptivo, sendo nesta faixa etária que utilizam mais a pílula do dia seguinte. muitas jovens não conhecem as doenças sexualmente transmissíveis , apenas têm conhecimento da SIDA, que por si só ja é grave, mas não conhecem mais nenhuma.
É facto consumado que as mulheres iniciam a sua vida sexual cada vez mais precoce. A cada dia que passa torna-se mais importante apostar na prevenção e nos ensinos às adolescentes e mulheres acerca dos métodos contraceptivos, modo de os utilizar, as consequencias de os não utilizar e das doenças sexualmente transmissíveis.
O ideal seria os pais adoptarem uma postura de educadores do que toca a esta àrea, o que nem sempre acontece devido à sua falta de conhecimentos, devido à sua própria educação, e devido ao factor vergonha.
Portanto, devia ser obrigatório em todas as escolas existir acções de formação a nível da educação sexual. Os jovens devem ser sensibilizados para a transmissão sexual de doenças, devem ser incentivados para a consulta de planeamento familiar onde podem esclarecer todos as dúvidas e adequirir métodos contraceptivos.
Existe um basto leque de métodos contraceptivos que podem ser utilizados:
- Pílula
- Preservativo
- DIU
- Espermicidas
- Implante
- Diafragma
- Pílula do dia seguinte (contracepção de urgência)
- Laqueação das trompas
- Vasectomia
VAMOS APOSTAR NA INFORMAÇÃO E NA PREVENÇÃO.