Terça-feira, Abril 12, 2005

 

Cantar faz bem à saúde?!

Pensa-se que existe uma relação positiva entre o cantar, o bem-estar e o sistema imunitário. Tendo em atenção o ditado popular “Quem canta seu mal espanta” agora para além de espantar os males vai fortalecer o sistema imunitário, como tal será um comportamento que visa a promoção da saúde.
Segundo um estudo realizado na Alemanha um grupo de cientistas da Universidade de Frankfurt, realizaram um estudo a um grupo de coristas amadores da referida cidade e publicado no “Journal Behavioral Medicine”, os quais chegaram à conclusão de que cantar faz bem à saúde, uma vez que fortalece o sistema imunitário.
O estudo baseia-se no seguinte:
- Os médicos analisaram os valores de sangue dos coristas, (60 minutos antes e após), do ensaio a cantar a ópera "Réquiem" de Mozart, e constataram que durante a interpretação, a concentração de imunoglobina A (hormona do sistema imunitário) e de cortisol (hormona contra o stress) aumentavam;- após uma semana de testes, os membros do coro ouviram a gravação de Mozart, sem cantarem e os valores de sangue já estavam normalizados. O melhor é começarmos a cantar!!!!
 

Pé de atleta, uma infecção que chega com o verão.

O pé de atleta é muito comum. Ocorre principalmente entre os rapazes e os homens adultos e pouco nas mulheres e crianças com menos de 12 anos.
Pode tratar-se facilmente, mas também pode mostrar-se extremamente resistente ao tratamento.
Pé de atleta é um termo que se generalizou para classificar uma infecção por fungos localizada nos pés. O termo científico é tinea pedis.
Os fungos que provocam a enfermidade são germes vivos, como pequenas plantas, que crescem e se multiplicam em todos os seres humanos. Na verdade, um grande número de pessoas pode ter estes fungos na sua pele. Mas se as condições não forem as mais propícias, o pé de atleta não se desenvolve.Uma vez que a infecção tende para nunca ocorrer em pessoas que andam habitualmente descalças, parece poder concluir-se que o suor, a humidade e uma deficiente ventilação dos pés criam as condições para o desenvolvimento dos fungos. Ou seja, o Verão pode estar associado ao pé de atleta.Uma doença dos balneários?Os fungos que provocam o pé de atleta concentram-se muitas vezes em locais húmidos e abafados. Tornou-se vulgar, por este motivo, associar a infecção à frequência de balneários. A crença comum é que o pé de atleta é altamente contagioso e que é possível contraí-lo ao caminhar descalço numa sala da banho.Mas a verdade é que os pés suados ou mal enxutos após a natação ou o banho têm as suas responsabilidades no desenvolvimento da infecção.É frequente que um membro da família sofra de pé de atleta sem que os restantes familiares que vivem na mesma casa sejam afectados. Isto demonstra que o fungo precisa de condições propícias para se desenvolver.Escamas, fendas e bolhas.
O é de atleta afecta as pessoas de formas muito diversificadas. Em certos casos, a pele entre os dedos dos pés pode apresentar um aspecto avermelhado e escamoso, acompanhado por fendas. Noutras pessoas, para além do tom avermelhado, a infecção pode manifestar-se sob a forma de bolhas na pele.Estas manifestações associadas ao pé de atleta são muitas vezes acompanhadas por comichões, por vezes muito intensas.
Existem ainda outras manifestações da enfermidade como infecções nas unhas dos pés que, quando ocorrem, mostram-se quase sempre mais difíceis de tratar. Estas infecções podem conduzir ao enfraquecimento das unhas e, por vezes, resultam na sua queda total.Mas nem todas as fendas e rachas que surgem na pele dos pés se devem ao pé de atleta. Antes de iniciar um tratamento, é conveniente consultar um médico que aconselhará a terapêutica mais conveniente. Recorrer a um medicamento disponível sem receita médica pode servir apenas para piorar a situação. Mas convém não perder tempo porque se o pé de atleta não for tratado, pode evoluir para situações mais complicadas.Tratar a tempoDiagnosticado o fungo, o tratamento deve iniciar-se imediatamente. Nos casos mais simples, bastará usar cremes antifúngicos, que podem aliviar os sintomas com grande rapidez. Nos casos mais complicados, será possivelmente necessário o uso de meias absorventes antes da aplicação dos cremes antifúngicos. Se o pé de atleta se mostrar renitente, poderá ser recomendável o recurso a antifúngicos administrados por via oral.As infecções nas unhas são mais problemáticas. As investigações científicas continuam em curso para que se encontrem os métodos mais eficientes para o tratamento eficaz das infecções fúngicas nas unhas dos pés.É extremamente importante que a pessoa atingida nunca interrompa os tratamentos prescritos e tome todos os medicamentos. Embora a pele possa parecer melhor, a infecção pode ainda manter-se durante algum tempo e reaparecer se o tratamento for suspenso.Manter pés saudáveis.
Existem algumas regras simples que podem contribuir para evitar o pé de atleta:
- Lave os pés diariamente
- Seque-os cuidadosamente, em especial entre os dedos
- Evite sapatos muito fechados ou quentes, especialmente durante o Verão. As sandálias são uma boa solução de calçado para o tempo quente
- Use meias de algodão e mude-as diariamente. Não use meias de materiais sintéticos porque contribuem para manter os pés húmidos
Se possível, ande descalço em casa
- Durante o Verão, polvilhe os sapatos com pós antifúngicos.

Fonte:http://saude.sapo.pt/gH1/116784.html
 

Especialização dos Enfermeiros

A especialização dos enfermeiros está a ser um problema ao qual não se pode ficar indiferente, pois enquanto que os licenciados em medicina ganham um vencimento para se especializarem; os licenciados em enfermagem, pagam 250€/mês à escola que lhes proporciona um curso sem título.
Numa primeira perspectiva parece um problema de menor importância, não obstante, trata-se de preparar os enfermeiros para um exercício mais profundo de certas áreas da Enfermagem.

Tal como está a ser encarado e tratado o problema da especialização, parece um capricho dos enfermeiros, como tal que paguem e bem os seus caprichos.

Desde longa data que se defende uma especialização para os enfermeiros em serviços. O interesse da especialização não é tanto dos enfermeiros como das várias instituições, como acontece com outros profissionais. Então passa-se a questionar, por que estranho desígnio os enfermeiros hão-de ser considerados milionários para pagar chorudas propinas na sua especialização?
Quem precisa de parteiras são os hospitais públicos, logo não faz sentido que sejam os enfermeiros a pagar, no ensino público, metade do seu vencimento mensal, do qual nunca mais será indemnizado. Pelo exposto concordo com a ideia exposto pelo sindicato dos enfermeiros, pois é na que mais se adapta uma equidade a que os enfermeiros têm direito, pois não são menos que os outros para serem considerados tão depreciativamente pelas escolas de Enfermagem e pela Ordem os Enfermeiros.

 

Antibióticos podem prevenir Enfartes

Estudos recentes realizados por Dr. Paul Latão e sua equipa, do Majestoso Vitórias Hospital em Montreal, concluem que os antibióticos (principalmente Penicilina) prescritos em situações clínicas de infecções respiratórias, em particular as pneumonias, podem ser utilizados como meio de prevenção de enfartes.
Estes relacionaram os utentes que tiveram um enfarte e lhes foram administrados os antibióticos, e os utentes que apesar de terem antecedentes de enfarte, não lhes foram administrados antibióticos. Chegaram à seguinte conclusão:
- os utentes aos quais se tinham administrado antibióticos, no ano anterior, tiveram menos 20% de probabilidades de terem um enfarte em comparação com os utentes que não foi administrado;
- 47% dos pacientes que tinham tomado penicilina tiveram menos probabilidade de ter um enfarte do que os restantes pacientes.
Desta forma, encontra-se em estudo a possibilidade destes tipos de antibióticos serem utilizados como forma de prevenção dos enfartes!?

 

Sinta o prazer de uma vida sem tabaco



Se é fumador, a melhor opção que pode fazer pela sua Saúde é deixar de fumar.
Nunca é tarde para deixar de fumar . Conheça os ganhos reais para a sua Saúde.


Benefícios Imediatos
- Pense no que pode poupar por cada mês
- Vai ter mais dinheiro para gastar, por exemplo, na mensalidade de um ginásio.
- Os seus cabelos, a pele, as mãos e, principalmente, o seu hálito vão ficar mais frescos e saudáveis. A sua roupa também tem muito a ganhar: vê-se livre dos odores provocados pelo tabaco.
- Sinta uma melhoria gradual do tom e aspecto da pele e retarde o aparecimento de rugas na face.


Maior Sensação de Energia
- Decorridas apenas 8 horas, após deixar de fumar, os níveis de monóxido de
carbono no seu organismo baixam e os níveis de oxigénio no sangue aumentam.
- Após 72 horas, a sua capacidade pulmonar aumenta e a respiração torna-se mais fácil. A tosse matutina vai diminuindo, sentindo-se com mais energia para realizar as actividades de que mais gosta.


Coração mais Saudável
Em apenas 20 minutos, a sua tensão arterial e o pulso começam a normalizar.
O risco de enfarte do miocárdio começa a diminuir, sentindo uma melhoria gradual da resistência física. Decorrido um ano, o risco de enfarte reduz-se para metade do verificado nos fumadores.

Beneficios para toda a vida

Parar de fumar diminuio risco de morte prematura. As pessoas que deixam de fumar vivem em média mais 10 anos, quando comparadas com aquelas que continuam a fumar.

- Um ex-fumador reduz para metade o risco de sofrer uma doença cardiovascular, em comparação com o verificado nas pessoas que continuaram a fumar. Após 5 a 15 anos, o risco de Acidente Vascular Cerebral (AVC) iguala o dos não-fumadores.
- O risco de cancro e de doenças respiratórias começa também a diminuir a partir do momento em que se para de fumar:
- Após 5 anos de abstinência do tabaco, o risco de cancro da boca e do esófago diminui para metade, continuando a diminuir a partir daí.
- Após 10 anos, o risco de cancro do pulmão diminui para metade do verificado em fumadores. O risco de cancro em outras localizações regista também uma diminuição.

Benefícios para os que o rodeiam
O tabagismo é um factor de risco não só para o próprio fumador, mas também para todos os que vivem em ambientes poluídos pelo fumo do tabaco (fumadores passivos).

- Pessoas não fumadoras que se encontram expostas de forma contínua ao fumo do tabaco ( p. ex: domicílios, locais de trabalho, bares, discotecas,...) apresentam um risco acrescido de contrair cancro do pulmão, doenças cardiovasculares e doenças respiratórias.
- As crianças filhas de pais fumadores, estão mais sujeitas a problemas respiratórios e do ouvido médio e ao agravamento das crises de asma.


Alguns Aspectos Importantes Importantes
- O fumo do tabaco contém mais de 4000 substâncias químicas com efeitos tóxicos e irritantes, incluindo, entre outras, a nicotina, o alcatrão, o monóxido de carbono, a acetona e a amónia.
- No fumo de tabaco foram identificadas mais de 50 substâncias com efeitos cancerígenos. Entre estas, constam o benzeno, o benzopireno, o arsénico, o cádmio, o níquel, o chumbo e o metano.
- Fumar reduz a sua esperança de vida em cerca de 10 anos.


Faça algo pela Saúde, deixe de fumar…


Segunda-feira, Abril 11, 2005

 

Especialização em Enfermagem de Saúde Mental e Psiquiatria

Foi publicado no passado dia 1 de Abril de 2005 no DR Nº 64 - I série, o plano de estudos do curso de pós-licenciatura de especialização em Enfermagem de Saúde Mental e Psiquiatria. Brevemente divulgarão o edital de abertura do respectivo concurso de admissão e prevê-se a sua abertura no início do próximo ano lectivo.

Escola Superior de Enfermagem S.João de Deus

morada: Largo do Senhor da Pobreza - 7000-811 Évora
telef: 266730300
fax: 266730350
email: esesjd@uevora.pt
webmaster: hrosado@uevora.pt
gabinete de Informática: giesesjd@uevora.pt
 

Enfermeiros Sem Fronteiras

Os enfermeiros desenvolveram um Centro de Documentação e Informação que permite trocar conhecimentos por todo o país e com o resto do mundo este resulta do projecto comunitário "Enfermagem Sem Fronteiras". Também o Sindicato dos Enfermeiros Portugueses se interessou pela ideia e criou uma rede de comunicação que se amplia a todo o país. Esta vai permitir a estes profissionais a rápida propagação de informação e um acesso mais facil as inovaçoes nesta area no nosso pais, e ao resto do mundo através da Internet e estará a funcionar já a partir deste mês. Trata-se de uma revolução de formação profissional relacionada com as novas tecnologia.
 

Concursos: SUB-REGIÃO DE SAÚDE DA GUARDA

AVISO N.º 3578/2005 - CONCURSO N.º 8/2005 - DR II S N.º 67 de 6 de Abril de 2005 - Interno geral de ingresso para Enfermeiro de nível 1 para provimento de 22 lugares pelo prazo de 15 dias úteis a contar da data de publicação em DR.

O concurso é válido para estas vagas extinguindo-se com o seu preenchimento.

(Informação recolhida de Sindicatos dos Enfermeiros do Centro)

Quinta-feira, Abril 07, 2005

 

Eutanásia



Viver, um Direito ou uma Obrigação?

Domingo, Abril 03, 2005

 

Faltam enfermeiros nos serviços de Obstétricia

Os serviços de obstetrícia e ginecologia dos hospitais portugueses estão à beira de uma situação de ruptura.

O presidente da Sociedade Portuguesa de Obstetrícia e Ginecologia (SPOG), Carlos Santos Jorge, fala numa situação «dramática». Faltam médicos e enfermeiros especializados e o maior problema é assegurar as urgências.

Várias unidades de todo o País contactadas pelo DN falam em graves carências de recursos humanos e dificuldades em assegurar a permanência de uma equipa 24 horas por dia. A situação só não é mais grave porque os profissionais acabam por fazer mais horas de urgência do que aquelas que lhes são exigidas por lei, adiantam os vários responsáveis pelas unidades hospitalares.

Santos Jorge denuncia uma situação ainda «mais grave»: «Uma grande parte do guarnecimento das urgências é feita por internos, ainda que mais diferenciados, e não por especialistas.» Por outro lado, explica ainda o presidente da SPOG, muitos médicos acabam a fazer urgências de 24 horas duas a três vezes por semana, «com uma óbvia diminuição da capacidade de atendimento e da qualidade do serviço prestado».

Para resolver esta realidade é «urgente a abertura de vagas para novos internos, de acordo com a planificação dos serviços». Infelizmente, assinala Santos Jorge, o rácio que o Ministério da Saúde (MS) tem feito «não tem a ver com o que os hospitais entendem ser necessário ou com a sua capacidade de formar». Por isso, «o MS tem que se assumir como responsável», diz.

A curto prazo só há um caminho: «Concentrar os serviços de obstetrícia», defende o mesmo médico. Isto significa fechar unidades em hospitais, mas tem faltado «coragem, porque acarreta um risco político muito grande». Há demasiada «dispersão de recursos», uma concentração planeada poderia evitar situações actuais onde, num raio de 50 quilómetros, «existem quatro ou cinco serviços de obstetrícia».

ENFERMEIROS. Se há problemas em encontrar médicos, no campo da enfermagem a situação está também a agudizar-se. Há já alguns anos que as escolas não abrem cursos de especialização para obstetrícia e ginecologia. Primeiro, foi por questões de legislação, mas agora é por não haver autorização ministerial.

«Estamos preocupadíssimos com a situação», afirma Mariana Diniz, a bastonária da Ordem dos Enfermeiros, sentimento que manifestaram já ao ministro da Ciência e do Ensino Superior, Pedro Lynce.Desde Setembro que a OE tem pressionado o ministério, pois sente que «houve uma diminuição na qualidade dos cuidados».

Segundo refere Mariana Diniz, a assistência em salas de partos tem sido assegurada com recurso a profissionais generalistas, quando a norma deveria ser a prestação de cuidados especializados por enfermeiras-parteiras. Em Portugal, assinala a bastonária Mariana Diniz, «não temos enfermeiros especializados suficientes» e essa é uma realidade que «não podemos permitir».

Assim, e para dar cumprimento às directivas comunitárias, «é absolutamente necessário formar profissionais especializados, porque não estamos a defender os cuidados de saúde materna e infantil».

Elsa Costa e Silva
Eduarda Bernardo

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